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"Lord, I don't ask that I should win, but please, please don't let me finish behind Akabusi."

Innocent Egbunike's prayer at the 1988 Olympics

Batistas e o Esporte

Palavra de apresentação: Os Batistas e o Esporte

Ao longo do século dezenove a contribuição dos cristãos ao desenvolvimento do Esporte foi significativo no Reino Unido. Igrejas formavam equipes esportivas e encorajavam à prática de esportes com o objetivo de promover “uma mente saudável e um corpo saudável”. Existia também resistência ao esporte por alguns, pois o associavam com ao consumo de bebidas alcoolicas e com apostas, além do fato de os jogos às vezes acontecerem em domingos.

Batistas encontravam-se nos dois lados do debate. Na cidade de Mansfield, cidade do centro da Inglaterra, jogavam times representando igrejas batistas. Já na Igreja Batista Linanus, no País de Gales, em 1896, os diáconos ameaçaram excluir do rol de membros pessoas que tivessem qualquer vínculo com o esporte Rugby (uma modalidade de futebol).

No fim do século 20 os Batistas contribuíram de uma maneira significativa no desevolvimento do ministério esportivo cristão. A partir dos anos sessenta, igrejas batistas começaram a organizar times de futebol e outro eventos esportivos com o objetivo de servir como ponte às comunidades ao seu redor. Dois pastores batistas serviram como capelões nos jogos Olímpicos e nos jogos da Comunidade Britânica. Um deles, John Boyers, fundou a SCORE, uma organização de capelania esportiva, com o apoio da Junta de Missões Nacionais dos Batistas Ingleses (Home Mission), promovendo também capelania de esportes mundo afora.

Hoje no Brasil muitos evangélicos têm orgulho de serem “Atletas de Cristo”, trazendo estes princípios ao âmbito brasileiro. É comum grandes times de qualquer esporte ter, entre os seus representantes, crentes convictos com vida autêntica, levando oração, reflexão bíblica e ética cristã para dentro da sua prática esportiva. A Junta de Missões Mundiais da Convenção Batista Brasileira utiliza o Projeto Esportivo Missionário (PEM) como uma estratégia missionária em várias países estrangeiros. Nós da CIBUC cremos que a experiência esportiva brasileira em comunidades de risco social mostra que a prática de esportes é uma excelente alternativa ao envolvimento com drogas e outras atividade destrutivas.

Podemos perceber então como o esporte pode ser integrado ao ministério das nossas igrejas, para trazer de Deus bençãos espirituais, emocionais e físicas às pessoas a quem servimos.

Este pequeno manual foi elaborado para auxiliar neste ministério esportivo cristão. Aqui você vai encontrar algumas reflexões muito ligadas ao esporte, e outras ligadas mais a questões de cidadania, espiritualidade e ética. Todas foram preparadas para proporcionar, para os atletas a quem você serve, momentos divertidos mas instrutivos. Os estudos não são de princípio evangelísticos. Porém, o não crente que joga junto com crentes íntegros, e que participa nestes reflexões, com certeza terá oportunidade de perguntar-se: como está a minha vida com Deus? E mesmo não perguntando, com certeza sem perceber, levará para sua vida esportiva, familiar e profissional princípios bíblicos de uma ética cristã, capazes a transformar a nossa sociedade.

Mark Greenwood Fortaleza, abril 2008

[Parágrafos 1 a 3 traduzidos e adaptados com permissão do artigo “Baptists and Sport” por Stuart Weir. http://www.veritesport.org/ ]

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