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"God answers my prayers everywhere except on the golf-course."

Billy Graham

Uma torcida de Um

Objetivo: Levar os atletas a jogar com ética, amor, integridade e honestidade; valores cristãs que agradam a Deus

Dinâmica: br  Vende os olhos de um atleta e rode-o fazendo ficar sem senso de direção.  Coloque-o distante da trave (se não tiver, uma trave pode ser improvisada).  Escolha outro atleta para ser o seu guia, explicando que tenha que chegar em baixo da trave.

 Divida o restante do grupo em torcida contra e a favor. Estes não vão torcer propriamente dito, porém devem orientar o atleta vedado de acordo com seus papéis: os que são favoráveis orientando corretas, os que são contrários, orientando -o a ir em direções erradas.

 O atleta vedado sabe que tem um guia. Vejamos quais as orientações que ele irá seguir.

 Após um determinado tempo, encerre a brincadeira e reflita com ele e com o grupo que lições eles aprenderam.

Reflexão:
Após esta conversa, o treinador deve expor as idéías contidas na seguinte reflexão:

A quem você quer agradar? Existem tantas pessoas que podia ser. Será que é a treinadora, ou a torcida (se você tem o luxo de ter torcida), ou o técnico? Claro que você deve querer agradar ao técnico, faz parte de ser jogador.

Porém, Dirk Heinen, um jogador da série A do campeonato alemão, pensa o seguinte; “A minha motivação é viver a minha vida de uma maneira que agrada a Deus. Então quando jogo num estádio com 80.000 torcedores, ainda boto na cabeça que de fato só tem um torcedor a quem quero agradar; e o nome dele é Jesus.” Na Babilônia antiga três meninos judeus tiverem uma escolha a fazer – ele tinham que adorar o rei, se não, seriam jogados vivos numa fornalha enorme. O que eles disseram foi o seguinte:

Sadraque, Mesaque e Abede-Nego responderam assim: “Ó rei, nós não vamos nos defender. Pois se o nosso Deus, a quem adoramos, quiser, ele poderá nos salvar da fornalha e nos livrar do seu poder, ó rei. E mesmo que o nosso Deus nos salve, o senhor pode ficar sabendo que não prestaremos culto ao seu deus, nem adoraremos a estátua de ouro que o senhor mandou fazer.” Daniel 3.16-17

Eles encontravam-se em uma situação onde tinham plena consciência do fato de que Deus era o verdadeiro Rei, e que ele exigia obediência. Eles sabiam que precisavam continuar leais a ele, não importando o quanto eles fossem pressionados a se comprometer. Esta fidelidade e obediência implicava tanto em fazer aquilo que Deus havia ordenado (continuar fiéis a Ele) quanto em não fazer aquilo que ele havia proibido – adorar a imagem de um deus.

Vivendo para Cristo no mundo dos esportes traz os mesmos desafios. Devemos viver conforme os princípios divinos de amor, integridade e honestidade. Em campo devemos ter um jogo limpo, sem tentar enganar juízes, sem gritar “É nossa!” quando não é, sem puxar a camisa da adversária quando o árbitro não estiver por perto. Fora do campo, trataremos os outros com integridade e respeito.

A história de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego nos mostra que é possível, como eles fizeram, a gente se recusar a comprometer-se diante de grandes pressões, isso por que sabemos que Deus é Rei.

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